Exposição de fotografia das meninas de Canido em Ferrol. Canido é um bairro que existe nesta cidade da Corunha, que se encontra repleto de graffitis que representam meninas de Velasquez, com várias mensagens de resistência. Todos os anos, são convidados novos artistas para pintar novos graffitis e reconstruir os antigos. Deste modo, o bairro encontra-se cheio de meninas. Pretende-se nesta actividade reflectir sobre o poder da arte da rua no campo da resistência e da luta feminista.

Fotografias de Helena Ferreira

Shortcutz Porto em parceria com o Festival Feminista do Porto
8 de Maio, 22 horas
Maus Hábitos
Entrada gratuita
Com a presença das realizadoras Ana Deus e Regina Guimarães

Ateliers Ângelo
Caderno videográfico / 21′ 58”
de Regina Guimarães

Sinopse: Em ATELIERS ÂNGELO filmam-se os espaços de trabalho do artista logo após a sua morte. A sua ausência é agora uma presença imensa e impossível de representar.


Passarinho de Berlim
Ficção / 17’05’
de Ana Deus

Sinopse: Filmar os filhos é normal, mas o que me pareceu especial nestas imagens reencontradas há poucos meses foi a forma como o fizemos.
Fomos protagonistas dessa felicidade, era natural, mas foi também aumentada pela câmara, como um espelho/olho que dobra e devolve tudo o que vê.
A câmara, assim como o projetor de slides, o ecrã duma tv barata ou uma mesa de vidro eram brinquedos como os outros, ou melhores ainda.
Passarinho de Berlim era um personagem que o nosso filho mais velho criara para as suas próprias filmagens. Achei que seria um bom nome, quase como metáfora dessa nossa existência, tão caseira mas tão fora dali.


Vermelho
Videoarte | 4’50”
Márcia Bellotti e Luiza Porto

Sinopse:
Por meio de uma fusão entre performance, ficção e documentário, este videoarte fala sobre as amarras que constroem à força o universo feminino.
“Não se nasce mulher: torna-se…” _Simone de Beauvoir em “O segundo sexo” (Le deuxième sèxe, 1949)


-Ashes of the Afternoon (134 mortes)
Videoarte | 8´45″
PB | 2015
Márcia Bellotti e Luiza Porto

Sinopse:
Ashes of the Afternoon (134 mortes) parte de uma visão surrealista para trazer uma crítica política contemporânea sobre a violência que envolve o dia-a-dia das pessoas transexuais no Brasil.

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