Durante o nosso workshop, propomos ao público que pensem numa situação apresentada por nós e se posicionem sobre se a mesma passa por discurso de ódio ou liberdade de expressão. As situações apresentadas vão mudando para podermos ver as diferentes opiniões do público. O intuito é discutir e desmistificar estereótipos e refletir sobre a maneira como nos dirigimos ao próximo.

Re

“Leitura criativa de contos infantis politicamente (in)corretos – Oficina sobre estereótipos de género, sexismo e práticas linguísticas promotoras da igualdade”:
Os estereótipos de género são construções sexistas que têm por base inúmeras ideias ou crenças pré-concebidas e erróneas que estão na base da desigualdade entre homens e mulheres, e que reforçam e perpetuam modelos de discriminação. Importa, portanto, desvendá-los e erradicá-los para promover uma mudança estrutural e cultural nas relações sociais de género.
Nesta oficina propomos; 1) refletir sobre alguns ditados populares que espelham estes estereótipos, 2) conhecer exemplos de práticas linguísticas promotoras da igualdade e 3) participar numa leitura criativa de contos infantis politicamente (in)corretos.

A apresentação do trabalho “O cinema de mulheres no contexto do feminismo islâmico” é resultado da minha investigação e tese de mestrado que faz uma abordagem ao cinema de mulheres e do mundo, confluindo na descoberta do feminismo islâmico e do imenso cinema feminista que se faz no Irão. Numa época em que o preconceito como islamismo e principalmente contra as mulheres, este trabalho remete para uma abordagem do feminismo islâmico e para a importância do conhecimento e tolerância desta cultura através do cinema feminista iraniano e feminismo islâmico.

Bruna Oliveira

Adriana Rolin

Performance itinerante de imaginário mítico com base na terra de vaginas estendidas em suas iras, nascida das narrativas de mulheridades silenciadas, invadidas, abusadas, feridas, mutiladas, dilaceradas. Yriádobá é um grito de resistência ao corpo objetificado do ser mulher, é a busca pela tessitura da subjetividade dos femininos contemporâneos com seus ossos de uma fratura que sangra e lateja. o contexto sócio-histórico-cultural de nosso país é baseado no patriarcado, misógino, sexista, subjugando e deslegitimando a mulher em sua identidade. A proposta desta performance é envaginar mundos outros, disseminando a potência da pluralidade em processos de recriação das vulvas femininas, mergulhando na complexidade da ira à flor, entre guerra e amor.

Panelas Depressão (punk Carnavalesco)
 
Ingredientes:
250 ml de rock n’roll
2 g. de techno desbarato
30 cl de punk carnavalesco
500 g de chumbo pesado biológico
confusão qb
e erotismo a gosto
 
Modo de preparação:
Juntar todos os ingredientes na panela depressão. Coloque a panela em lume brando e agite um pouco até levantar fervura. Servir bem quente. Bom apetite!

soundcloud Panelas Depressão:  https://soundcloud.com/panelasdepress-o
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