(EN)Sarah Hickson will head a workshop sharing her research and self-study on female anatomy and arousal. We will start by discussing/looking at the general female anatomy, such as all the bits, nice spots and internal functioning. We will then move on to the different types of Vulva and how much variety exists, plus characteristics of each type. Anyone who wants to participate can join us after the discussion, in getting to know and drawing our/their own vulvas. We want to transmit unconditional love and acceptance in exploring our own beautiful bodies and their capacity for pleasure.

INSCRIÇÕES: shannon_lawn@hotmail.com

MATERIAL A SER LEVADO POR CADA UM: cobertor, toalha, almofada, material favorito para desenho, espelho de mão e um item que simbolize a tua sexualidade.

ENTRADA: Donativo Consciente.

O EIR- Emancipação, Igualdade e Recuperação é um Centro de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência Sexual que oferece um serviço CONFIDENCIAL E GRATUITO, nas valências de apoio psicológico, jurídico e social que funciona no Porto desde Maio de 2018. A presente proposta tem como objetivo a divulgação do EIR, projeto no qual a UMAR é entidade promotora.

Tendo uma perspetiva feminista, o EIR intervém com sobreviventes de violência sexual em Centro de Atendimento e pretende alargar a sua área de atuação através do ativismo político e da construção de saberes científicos. O objetivo é a desconstrução dos estigmas, preconceitos e culpabilização atribuídas a essas mulheres pela sociedade machista e patriarcal na qual vivemos, bem como o apoio na (re) construção de um projeto de vida livre de violência.

A performance Um Corpo Cavalgado, busca investigar modos de Performatizar um tensionamento entre o Mito da Pombagira sob o termo pejorativo de Mulata, figuras femininas do universo arquetípico do imaginário brasileiro de matrizes africanas e que sofrem preconceitos em seu histórico sócio-cultural-religioso por carregarem no corpo diversos estigmas. E assim, oferece um Banquete Gliterizante Antropofágico e convida o público numa troca interativa a partir do Erótico e do Deboche.

A presente ação artística, busca Performatizar um tensionamento entre o Mito da Pomba-gira e a figura da Mulata, imagens associadas à ideia de mulheres objetificadas pela sexualidade, tentadoras, libidinosas, extra cotidiana, do mal, perversa, rouba marido, a outra, a coisa. E com isto, partindo de figuras femininas do universo arquetípico do imaginário brasileiro de matrizes africanas e que sofrem preconceitos em seu histórico sócio cultural e religioso e por carregar no corpo, justamente este tensionamento social do que é ser uma mulher que na minha formação de crenças incorpora há muitos anos a entidade Pomba-gira, que sempre foi algo difícil de lhe dar dentro e fora do circulo espiritual e ser também uma mulher negra de pele clara ou mestiça? Mulata? Mula? Ou seja um corpo, uma história que durante anos assim como milhares de mulheres vivem a condição de um processo de tornar-se, empoderar-se a partir do que são e não mais numa relação de negociação e de camuflagem com a sua própria formação cultural-étnica e religiosa. E assim, a Performer, oferece um Banquete Antropofágico, e convida ao publico numa de forma interativa montar cada momento deste banquete num ato de comunhão e assim promover experiências sensoriais, numa livre inspiração na performance Canibalismo da artista Lígia Clark. E trazer questionamentos de que Corpo Negro/a ou Corpos Cavalgados estamos falando? De Um corpo Cavalgado-desintelectualizado, numa perspectiva que foi criado para não pensar, Um corpo Cavalgado do trabalho, construído para servir, explorar, Um Corpo Cavalgado-Público onde todos se acham no direito de tocar, invadir, matar, Um Corpo Cavalgado-Sexual no qual pode-se violar, estuprar, Um Corpo Cavalgado-Demonizado, sem respeito as religiões de matrizes africanas e visto como algo do mal, perverso. Sendo assim, está num evento que possibilita essa troca e fruição, e poder levar para o público a partir desta encenação, que traz em suas inquietações, do lugar onde meu corpo enquanto mulher negra artista-performer sente-se confortável e potente para abordar as questões da marginalização religiosa e do racismo estrutural e que se fazem necessárias nas discussões em vários países que ainda não superaram essas questões.

Elze Maria Barroso

Frik.São é um grupo músico/performativo formado por três seres que vivem existindo em sucessivas flashadas intermitentes.

Música. Movimento. Corpo. Frik. São.

Imaginado por Sofia Mestre, Mariana Frazão e Cláudia Alves dentro de uma carrinha, enquanto comem um tomate seco desidratado em azeite de oliveira galega, Frik.são é um modo de vida que, através de frames de realidades abstratas, ganha corpo nas suas difamadas e mundanas aparições.

Conversa com as companheiras envolvidas na greve do 8M que partilharão as suas experiências em diversas perspectivas.
Venha desfrutar de um jantar gostoso, refletir com as organizadoras da Greve 8M 2019 e a sonhar juntas para 2020!

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